sexta-feira, 24 de julho de 2009

À lupa

S
OU
UMA
LUPA
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emplá
cidaca
ndura

reveloomaisprofundo
abismodesalojadodaminhasensibilidade ampliocomoumamágoaaliberdadedesentiroquedespontadaloucuradetermente

(Boston, 2002)

8 comentários:

  1. Embora tenha sido criado como um poema visual, aqui fica o texto mais fácil de ler:
    "SOU UMA LUPA DE MIM PRÓPRIO
    gotejando em plácida candura
    revelo o mais profundo abismo desalojado da minha sensibilidade
    amplio como uma mágoa a liberdade de sentir o que desponta da loucura de ter mente."

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  2. Vim espreitar um lago mudo que fala por si mesmo.
    De facto a mente conduz à loucura se não soubermos parar o seu desenfreado ritmo...
    Parar de pensar torna-se um dever.
    um sorriso
    ~universosquestionáveis~

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  3. um poema visual q lá descodifiquei sem óculos...(rindo)...mas quanto à sua msg, pertinenete, pois tanto a loucura pode surgir numa mente que em demasia amplia os dados da sensibilidade.
    um bj grnd

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  4. Muito agrádavel, este cantinho. Parabéns!
    A lupa é uma ideia bastante original. Realmente às vezes, para nos vermos a nós próprios, só mesmo de lupa.No teu caso o que viste é lindo!

    Um beijo

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  5. Fico contente por terem gostado, especiamente deste que sai um pouco do meu "estilo" normal. Obrigado pelo vossos comentários.

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  6. MAGNÍFICOS os seus poemas.
    Gostei especialmente deste, pelo texto e pela imagem que acabou criando.
    Poemas muito sentidos, muito fortes, como os poemas devem ser.

    Cumprimentos.

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  7. Gostei muito do seu espaço e sensibilidade...e efeito que criaste aqui neste jogo de palavras.
    Muito obrigada pela visita e eco.

    Um abraço amigo

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